Ninguém é todo bom ou todo mau.
“Ademais, se Deus não quisesse o carcará, o teria feito colibri.”

Romance novo na praça!
“Carcarás e colibris” é meu último livro, lançado pela Amazon brasileira. Na verdade, trata-se do meu primeiro romance – anterior a Maga -, mas mantido na gaveta por alguns anos, aguardando maturação. Agora, acho que está pronto.
Para escrevê-lo, concedi-me absoluta liberdade de linguagem e deixei que o estilo brotasse naturalmente, primitivo, sem preocupação com enquadramentos, sem aprisioná-lo. Queria com isso desvendar aos meus sentidos as ações e reações de um escriba solto, longe da segurança das grades protetoras de uma estilística consagrada. Sem imitações – ou, pelo menos, sem imitações conscientes, já que é virtualmente impossível alegar originalidade quando se é produto dos ensinamentos de terceiras pessoas. À luz do objetivo almejado, fiquei contente com o resultado. Espero que você também fique.
Veja uma singela resenha do livro:
Tímido e introvertido, Albano é um bancário solteirão que vive na cidade de São Paulo. Apaixonado pela belíssima Isolda, ele acredita-se retribuído, mas encontrou um obstáculo inesperado ao namoro: o pai da moça, que, coincidentemente, é também seu chefe.
Bem longe de São Paulo, no interior do Maranhão, vive Antônio Cândido, um pistoleiro cujo ofício é eliminar obstáculos, mas que acaba de decidir abandonar a profissão e mudar de vida.
Os caminhos de ambos irão convergir e, ao trilhá-los, Albano e Antônio Cândido verão seus planos se entrecruzarem com os de outras pessoas.
Um romance genuinamente nacional, vivido por personagens comuns e ambientado no Brasil dos anos oitenta. Um tema que traz, como pano de fundo, a legítima e justificável busca humana pela felicidade; e os meios usados para alcançá-la, nem sempre justificáveis.


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